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A Kawasaki revelou nesta terça-feira (30), na abertura do Salão de Colônia (Intermot), na Alemanha, a inédita Ninja H2R, conceito capaz de chegar a 300 cavalos de potência.  De acordo com a fabricante, o modelo ainda é um conceito e será a base para a futura Ninja H2, moto de rua que será apresentada no Salão de Milão, em novembro, na Itália.

Além de chamar atenção por fazer uso de supercharger, compressor de ar, em seu motor de quatro cilindros e 998 cc, outra novidade da moto é a utilização de pequenas “asas” em suas carenagens de fibra de carbono para otimizar o efeito aerodinâmico.

A potência gerada pela H2R supera por muito a das principais motos esportivas, que possuem em média 200 cavalos. Até mesmo alguns carros esportivos ficam para trás da H2R quando se fala em “cavalaria”.

Por exemplo, um Porsche Boxter, com motor 2.7, gera 265 cavalos, enquanto Mercedes-Benz SLK 250 Turbo 1.8 rende 204 cv.

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Segundo a fabricante japonesa, todo este sistema inédito foi desenvolvido internamente pela Kawasaki Heavy Industries, que incorpora suas companhias de motores, produtos aeroespaciais e tecnologia.

Apesar de ser um conceito moderno, a inspiração para a H2R foi buscada no passado da Kawasaki. O modelo com motor 2 tempos e 748,2 cc, a Mach IV 750, que também carregava o nome H2. Devido à extrema aceleração que a moto oferecia, a fabricante resolveu utilizar este nome novamente.

Chassi para altas velocidades
Ainda sem divulgar qual a velocidade máxima da H2R, a Kawasaki afirmou que o chassi da motocicleta foi desenvolvido para suportar altas velocidades com estabilidade. Com um entre-eixos compacto, o formato escolhido foi o de treliça feito de aço de alta tensão.

Além da H2R, a marca japonesa aproveita o Salão de Colônia para apresentar as renovadas Versys 650 e 1000.

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Matéria publicada em: g1.globo.com/carros/motos

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Considerada uma das marcas mais famosas de motocicletas do mundo, a Kawasaki é conhecida em praticamente todos os cantos do mundo, e em todos os mercados ela é uma das motos mais cobiçadas de todas.
Pois eis que a Kawasaki decidiu lançar uma edição especial em comemoração ao título do Campeonato Mundial de Superbike de 2013, que foi vencido por um modelo da marca.
A Kawasaki Ninja 300 Special Edition foi lançada para o mercado europeu, para que os consumidores de lá tenham uma versão inspirada na ZX-10R que foi campeã do campeonato citado anteriormente.
Os principais diferenciais desta edição especial da Ninja 300 estão na inspiração que veio do modelo que competiu e venceu o Campeonato Mundial de Superbike de 2013, a ZX-10R.
E estes diferenciais ficam evidentes nos decalques pretos e prateados, bem como pela presença da logomarca Ninja, que já virou sinônimo de moto de alto desempenho e de qualidade há mais de 30 anos.

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Bem como é visto na versão tradicional da moto, esta Kawasaki Ninja 300 Special Edition que chega ao mercado da Europa também apresenta um motor de 296 cm³ com 2 cilindros paralelos e com moderna refrigeração líquida.
Este motor é capaz de entregar ao modelo uma potência de até 38,45 cavalos e um torque de até 2,75 kgfm, sendo que tudo é controlado e distribuído com a ajuda do câmbio de seis marchas que equipa a Ninja 300 Special Edition.
Segundo informações da própria fabricante, a Kawasaki Ninja 300 Special Edition comemorativa terá duas versões, sendo que a mais básica sairá pelo preço de 4.900 libras esterlinas no mercado da Inglaterra, o que equivale a 18.800 reais.
Já a versão mais completa, que possui sistema de freios ABS, chega com valor de 5.300 libras esterlinas, o que equivale a 20.300 reais, livres de impostos e de taxações.
Para os demais mercados os valores deverão ser similares, já que a intenção da Kawasaki é fazer desta edição especial uma verdadeira homenagem e um verdadeiro sucesso de vendas em todo o continente, não apenas na Inglaterra.
Para os consumidores brasileiros, ainda não há informações que indiquem que a Kawasaki Ninja 300 Special Edition venha a ser lançada por aqui, o que será um pena, já que se trata de uma versão realmente interessante de uma das motos mais BEM SUCEDIDAS de todas dentro do mercado brasileiro de motos de alto desempenho.

Matéria publicada em: salaodocarro.com.br

Uma das linhas de motos mais famosas de todos os tempos, a linha que carrega o nome de Ninja da fabricante japonesa Kawasaki é simplesmente uma das mais desejadas pelos fãs das duas rodas do mundo todo.

Pois eis que a Kawasaki já prepara o lançamento de mais uma moto para esta linha que já é considerada sagrada por muita gente, nova Ninka H2 2015, que deverá ser apresentada oficialmente no próximo dia 30 de setembro, em um evento na Alemanha.

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A Kawasaki realizou o anúncio no último dia 1º de setembro de que pretende lançar mais um integrante para a família Ninja, sendo que segundo este anúncio, este novo modelo deverá ser apresentado já no próximo dia 30 de setembro, na Alemanha.

O modelo, que deverá se chamar Kawasaki Ninja H2, será apresentado durante o famoso Salão de Colônia, e tem tudo para ser a apresentação mais aclamada pelo público e pela crítica especializada.

A montadora japonesa está trabalhando na divulgação da apresentação da moto, e inclusive já lançou um site próprio para o modelo, além de já ter lançado alguns vídeos “teaser” que mostram muito pouco, mas que também aguçam a curiosidade das pessoas, aumentando ainda mais a expectativa em torno do modelo.

A nova Ninja H2 da Kawasaki é um projeto que foi desenvolvido em forma de parceria entre a Kawasaki e alguns setores de alta tecnologia, com especial destaque para o setor aeroespacial.

Com isso, a Kawasaki criou o slogan para definir esta nova moto: “Built beyond belief”, que significa, em tradução livrel, “Construída além da imaginação”.

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Pois este projeto, além de reunir o que há de melhor em alta tecnologia na atualidade, também apresenta a união perfeita, segundo palavras da própria montadora, de três modelos clássicos da Kawasaki.

São eles os seguintes: Mach IV H2 de 750cc, H1 com motor 3 cilindros de 500cc e Z1 Super Four de 903cc, que são todos modelos que ajudaram a construir ainda mais a imagem da Kawasaki como fabricante de motocicletas de alto desempenho.

A Kawasaki ainda não deu muitas informações sobre a parte mecânica do modelo, mas tudo indica que esta moto deverá chegar com especificações que garantam o alto desempenho dela.

Portanto, ao mundo inteiro, só resta aguardar o dia 30 de setembro para vislumbrar a Kawasaki Ninja H2, que deverá ser um grande sucesso de vendas e de crítica ao redor do mundo todo.

Matéria publicada em: salaodocarro.com.br

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A Kawasaki criou edições especiais para comemorar os 30 de seu modelo mais emblemático, a Ninja. Duas delas são novidades, e já estão á venda no Brasil. A primeira, ZX-14R foi lançada em julho, e segundo a marca, é a moto mais potente do mundo. Ela tem motor de 1.441 cm³ de 210 cavalos e é vendida por R$ 60.990 com ABS. Sem, sai por R$ 56.990.

A versão mais “mansa” da Ninja comemorativa é a ZX-6R 636, que conta com alterações visuais alusivas aos 30 anos e motor ligeiramente maior do que a ZX-6R. Os quatro cilindros tiveram capacidade (de 599 cm³ para 636 cm³) e potência (de 128 cv para 131 cv) aumentados, e a moto conta com controle de tração com três estágios. Ela custa R$ 51.990 sem freios ABS e R$ 54.990 com os freios ABS.

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Na versão ZX-10R, as alterações visuais incluem pintura da moto, mola do amortecedor e garfo da suspensão na mesma tonalidade de verde do modelo de competição e grafismos comemorativos.

O controle de tração ajustável também está presente no modelo. Nesse caso, o motor de quatro cilindros tem 998 cilindradas e 200 cv. Ela também é oferecida com opção sem ABS por R$ 63.990 ou com ABS, de R$ 67.990.

(Correção: ao ser publicada, a tabela continua informações incorretas sobre a potência do motor da ZX-10R. Ela foi atualizada com os dados corretos.)

 

Matéria publicada em: g1.globo.com/carros/motos

 

O Brasil está na rota de celebração dos 30 anos da família Ninja. Nesta semana, a divisão nacional da Kawasaki anunciou que importará a edição especial “Ninja 30th Anniversary” de três modelos: ZX-6R, ZX-10R e ZX-14R.

A grande diferença delas para as versões convencionais está na pintura: além do tradicional verde-limão, ZX-6R e ZX-10R terão faixas em branco na carenagem, visual semelhante ao usado pela marca no Mundial de Superbikes. Já a ZX-14R terá detalhes em preto.

As três séries desembarcam nas concessionárias em versões básica e com freios ABS. Os preços sugeridos são, respectivamente sem e com o sistema antitravamento: R$ 51.990 e R$ 54.990 para a ZX-6R; R$ 56.990 e R$ 60.990 para a ZX-14R; e R$ 63.990 e R$ 67.990 para a ZX-10R.

Características mecânicas e ciclísticas são idênticas às das versões tradicionais. E nem precisava mudar: a ZX-10R, por exemplo, é uma superesportiva de 1.000 cc com motor tetracilíndrico de 200 cv de potência (a 13.000 rpm) e 11,4 kgfm de torque (a 11.500 giros), que pode gerar até 10 cv a mais com a atuação do sistema de indução de ar RAM Air.

ZX-6R e ZX-14R também possuem propulsor de quatro cilindros, porém com capacidade cúbica de 636 cm³ e 1.441 cm³, respectivamente.

Matéria publicada em: midiacon.com.br

Matéria publicada em: moto.com.br

 

A Kawasaki Ninja comemora 30 anos de vida em 2014. A idade pode parecer surpresa para muitos, uma vez que as superesportivas da Casa de Akashi continuam joviais em essência e recebam atualizações estéticas periódicas para que isso se reflita em seu visual. Para comemorar a data, as superesportivas ZX-10R e ZX-6R 636 chegam ao Brasil em edição especial, pintadas com o tradicional tom de verde limão, mas misturado com nuances de branco. Já a sport-touring ZX-14R vai celebrar o aniversário de três décadas com uma roupagem verde e preta.

As motos com a nova roupagem desembarcam nas concessionárias em versões standard e com freios ABS. Os preços sugeridos para o modelo de 1000cc são de R$ 63.990 e R$ 67.990, respectivamente. O modelo médio, por sua vez, parte de R$ 51.990 e sai por R$ 54.990 com o sistema anti-travamento. Já a ZX-14R em roupagem comemorativa estará disponível por R$ 56.990 e R$ 60.990 (ABS).

No mais, a ZX-10R mantém as configurações mecânicas já usadas no modelo anterior. O que não a faz menos digna de respeito. Afinal, estamos falando de um motor de quatro cilindros em linha de 998 cm³. Em números de desempenho, a Ninja se destaca. São 200 cv de potência máxima gerados a 13.000 rpm, que podem receber um acréscimo de até 10 cv com a atuação do sistema de indução de ar RAM Air. Já o torque máximo é de 11,4 kgfm obtidos nos 11.500 giros.

O mesmo acontece com a ZX-6R e com a poderosa ZX-14R. Características ciclísticas e mecânicas também foram mantidas, o que significa nenhuma mudança nos motores tetracilíndricos de 636 cm³ e 1.441 cm³, respectivamente.

Como tudo começou
Falar da primeira Ninja significa voltar a 1984. É lançada no Japão a GPZ900, modelo capaz de gerar 113 cv de potência. No entanto, a história conta que o diretor de Marketing da Kawasaki nos Estados Unidos resolveu escrever o nome “Ninja” na carenagem, quando a moto aportou por lá. A ideia era surfar no sucesso que a minissérie de TV “Shogun”, estrelada por Richard Chamberlain, fez no início da década de 1980. Pronto, nascia ali a linhagem de superesportivas.

Embora o sucesso do modelo entre os motociclistas da época já estivesse consumado, em 1986 uma GPZ900 preta e vermelha foi o veículo oficial do piloto de caças Maverick no blockbuster “Top Gun – Ases Indomáveis”. Vivido por Tom Cruise, o personagem e a moto aparecem em cenas do filme embaladas pelo hit Take My Breath Away da banda Berlin. Mas, essa não é a única Ninja a merecer um lugar de honra na linhagem, conforme mostramos a seguir. Confira algumas outras Ninjas famosas.

- Ninja sete-galo
A Kawasaki também entrou na onda das motos de 750cc no final da década de 1980. O modelo, cujo motor conservava a arquitetura de quatro cilindros em linha, mas com 749 cm³, trazia pela primeira vez na história da Casa de Akashi freios com pinças de quatro pistões.

Seu design, todavia, era controverso. Os dois tubos que a moto trazia acima do tanque, responsáveis por alimentar a caixa de ar, causavam certa estranheza em uma primeira olhada, mesmo para a época.

- O motor 636
Entre os anos de 2002 e 2006, a superesportiva ZX-6R contou com um propulsor de 636 cm³. Assim, ela passou a ocupar um degrau acima de outras superbikes médias, como a Yamaha R6 e a Honda CBR 600RR em termos de capacidade cúbica. Há dois anos, a irmã do meio da família foi reformulada e, além de modificações estéticas, que a deixaram parecida com a versão de um litro, a moto voltou a ser equipada com o propulsor de 636 cm³.

Como não poderia deixar de ser, além dos 137 cv de potência máxima, a ZX-6R passou a oferecer também diversos itens de eletrônica embarcada. Controle de tração com três níveis de ajuste e outros três modos de pilotagem complementam os freios ABS, oferecidos como opcionais.

- A poderosa ZX-14R
Em 2006, a Kawasaki substituiu um foguete por outro maior. Vinha ao mundo a ZX-14, que tirava a ZX-12R de cena com um propulsor ainda mais potente. No ano de 2011, o maior modelo da família Ninja foi reformulado e se consolidou entre as sport-tourings. Além do visual mais agressivo, a moto recebeu a letra “R” no nome e, hoje, sai de fábrica com um motor tetracilíndrico capaz de gerar até 210 cv de potência. O que aumentou ainda mais sua rivalidade com outra japonesa de números superlativos: a Suzuki GSX 1300R Hayabusa.

- Ninja 300: a pequena superbike
A Ninja 250R trouxe para marca um novo perfil de piloto: os ávidos por motocicletas esportivas, mas sem experiência ou poder aquisitivo para investir em um modelo maior. No entanto, a Kawasaki queria mais. Em 2012, a moto foi reestilizada e ganhou linhas semelhantes às da ZX-10R. Equipamentos dignos de superbike, como embreagem deslizante, foram adicionados à receita, cujo ponto alto foi o novo motor bicilíndrico paralelo de 296 cm³. Freios ABS opcionais completam o pacote da Ninja 300, que conquista motociclistas do Brasil e do mundo desde seu lançamento.

 

Fonte: Infomoto

Matéria publicada em: carplace.virgula.uol.com.br
Por: Daniel Messeder
Fotos: Rafael Munhoz

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O motoboy passa por mim no trânsito e acena com mão fazendo o movimento de girar a manete, só para ouvir o motorzão da nova Ninja 1000 2015. Seja pelo design esportivo, a melodia do quatro cilindros em linha ou ainda pela chamativa cor “verde Kaswasaki”, andar com a nova touring japonesa é pura diversão – acompanhada de uma dose de ostentação, confesso. É um motão, no melhor sentido da palavra: porte imponente, motor de sobra, freios sarados, pneus largos, carenagem completa e ainda um banco traseiro que reserva algum conforto ao garupa, além de um jogo de malas laterais que já acompanha de série o modelo. Diante disso, vamos para a estrada!

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Antes do passeio, uma explicação: a Ninja 1000 tem basicamente a mesma mecânica da Z1000 , mas com uma pegada de turismo. Ao contrário da naked, a Ninja traz uma carenagem onde você pode se proteger do vento e até um pouco da chuva. No dia-a-dia, lembre-se de deixar as malas laterais (29 litros litros cada) em casa, pois elas tornam a largura da moto impraticável para andar nos corredores urbanos. Fora isso, ela é mais pesada nas manobras e menos ágil nas mudanças de direção que a Z1000. Dá para usar todo dia? Sim, mas cansa um pouco. Se sua prioridade for cidade, vá de Z1000.

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É na estrada que todas as vantagens da Ninja vêm à tona. Ô delícia! Saí num belo domingo de sol em São Paulo para dar uma volta e quando fui ver já estava no fim da Rodovia dos Bandeirantes, no interior do estado. É ali o habitat desta moto, uma estrada aberta com diversas pistas e curvas abertas e longas. A posição de pilotagem é confortável (sem ficar tão inclinado para frente como nas esportivas), o banco é macio (bem melhor que o assento raso da Z1000), as pernas encaixam bem no tanque e a ampla bolha para-brisa oferece ótima proteção mesmo em velocidades elevadas. Aliás, respeitar o limite da estrada é um constante exercício de autocontrole, pois a Ninja quer sempre dar um golpe à frente. Diferentemente da Z1000, cujo projeto naked não prevê nenhuma proteção aerodinâmica, aqui a sensação de conforto é total, fazendo a velocidade parecer menor do que ela realmente é.

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A Ninja também é mais sofisticada na eletrônica disponível: ela vem com dois modos de entrega de potência (70% ou 100%) e quatro de controle de tração – nada disso está presente na Z1000. Ou seja, esta Kawa pode responder violentamente quando você deseja, mas também sabe ser comportada num dia de chuva, por exemplo. Andamos com ela no molhado e, optando pelo modo “pisos escorregadios” do controle de tração (há também o esportivo e o intermediário), a sensação de segurança aumenta. Outro item que revela o maior refinamento da Ninja em relação à Z1000 é o painel de instrumentos mais elaborado, que traz conta-giros analógico bem destacado (de ótima visualização) e um visor digital para o velocímetro e o computador de bordo, entre outras informações.

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Ainda com fome de estrada, fiz meia volta para retornar à São Paulo, mas decidi que pegaria um outro caminho, mais estreito e cheio de curvas. Até lá, aproveitei para fazer algumas brincadeiras com o motorzão “mil”, observando sua capacidade de resposta em baixos giros. Mamão com açúcar: com potência e torque de sobra (142 cv e 11,3 kgfm), a Ninja se comporta quase como uma moto automática na estrada. Pode largar em sexta marcha e só chamar no acelerador que ela responde. E olha que a relação da sexta foi alongada nesta versão 2015 para aumentar o conforto em viagens, proporcionando apenas 5 mil giros a 120 km/h – menos da metade da rotação de corte do motor.

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Tamanha força em baixa também se explica pelas mudanças feitas no motor quatro cilindros de exatas 1.043 cc. Segundo a Kawasaki, o propósito foi deixar a Ninja 2015 mais amigável ao condutor. Assim, toda a parte de admissão do propulsor foi redesenhada, de modo a melhorar o torque em baixos e médios giros. Na prática, a moto responde forte logo de cara (convém soltar a embreagem suavemente) e tem fôlego de sobra em qualquer condição. Mas é a entrega explosiva de potência em alta que contagia de vez o piloto, fazendo você sair esticando marcha sem perceber (olha a multa!), curtindo o ronco grosso que sai das duplas ponteiras de escape – uma de cada de lado da moto.

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Saio da rodovia para a estradinha vicinal e a diversão continua. A Ninja é equilibrada e firme, mas sem ser tão dura de suspensão quanto a Z1000. Bom é que o ajuste da suspensão traseira fica bem à mão, sem exigência de ferramentas – necessárias para mexer no retorno e pré-carga das molas dianteiras. Optei por um acerto intermediário, pois o piso era um pouco remendado em alguns trechos, e me senti bem. Comparando à Z1000, que avaliei neste mesmo trecho, a Ninja requer um pouco mais de esforço em curvinhas fechadas de baixa velocidade, pois ela é pesada (231 kg). Ainda assim, é gostosa de apontar nas curvas, aceita bem as mudanças de direção e os pneus são bem aderentes, sem falar nos fortes freios com discos do tipo margarida (duplos na frente). Em resumo, um conjunto feito para acelerar forte.

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Andando neste ritmo, o consumo do “quatro bocas” foi significativo: 13,8 km/l. Mas pegando mais leve conseguimos média de 15,4 km/l, o que dá uma autonomia de cerca de 290 km com o tanque de 19 litros – 2 litros a mais que na Z1000. Não que gasto com gasolina seja problema para quem vai desembolsar R$ 56.990 numa moto, né? Bem, mas o preço da Ninja 1000 a coloca de cara com algumas maxitrails de alta cilindrada, que levam vantagem pela maior versatilidade – nem pense em pegar uma estradinha de terra com esta Kawa. Por outro lado, viajantes de mão cheia (no sentido real da coisa, de encher a mão na manete do acelerador) estarão mais bem servidos de “Ninjão”!

Ficha Técnica
Motor: quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote (DOHC) e refrigeração líquida, injeção eletrônica, 1.043 cm³; Potência: 142 cv a 10.000 rpm; Torque: 11,3 kgfm a 7.300 rpm; Câmbio: seis marchas; Transmissão final: corrente; Quadro: tubular duplo de alumínio; Suspensão dianteira: garfo invertido de 41 mm com retorno e pré-carga da mola ajustáveis (120 mm de curso); Suspensão traseira: monoamortecida com retorno e pré-carga da mola ajustáveis (138 mm de curso): Freio dianteiro: disco duplo de 300 mm em formato margarida, pinça com 4 pistões; Freio traseiro: Disco simples de 250 mm em formato margarida, pinça com pistão simples; Pneus: 120/70-17 na frente e 190/50-17 atrás; Medidas: comprimento 2.105 mm, largura 790 mm (1.170 com malas laterais), altura 1.230 mm, entre-eixos 1.440 mm, altura do assento 820 mm; Peso: em ordem de marcha 231 kg; Tanque: 19 litros

Primeiras impressões: Kawasaki Ninja ZX-14R. Modelo disputa com a Suzuki Hayabusa o posto de mais rápida.

 

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Nova geração da Ninja ZX-14R teve alterações no visual, manteve aparência clássica (Foto: Renato Durães/G1)

Ter 210 cavalos sob o comando já é uma potência considerável para carros que pesam mais de uma tonelada, agora imagine para uma moto de menos de 300 kg. Esta é a nova Ninja ZX-14R, que a Kawasaki afirma ser a moto de produção em série mais potente do mundo. O modelo 2013 chegou ao Brasil em junho, renovado para tentar desbancar a Suzuki Hayabusa do posto de “moto mais veloz”, com preço a partir de R$ 56.990. O G1 rodou 600 km por vias urbanas, rodovias e estradas vicinais com a ZX-14R com ABS.
A Kawasaki não divulga a velocidade final da Ninja, apesar de dizer que ela supera a concorrente. Segundo a Suzuki, a Hayabusa chega a 290 km/h de velocidade máxima. Na prática, os dois modelos possuem conjunto que “sobra” em estradas com velocidade máxima permitida bem abaixo do que podem alcançar.
A nova geração da ZX-14R passou por modificações importantes e traz no pacote controle de tração e a opção de freios ABS, itens que sua adversária não possui. As principais alterações ocorreram no motor de 4 cilindros em linha, passando também por chassi e visual.
As renovações estéticas foram bem-vindas à ZX-14R e, apesar de não muito profundas, trouxeram mais leveza à moto e mantiveram suas linhas clássicas – parte desse visual serviu de inspiração para a nova Ninja 250R, recentemente apresentada na Ásia.
No Brasil, estão disponíveis as cores verde e preto. A versão verde, tradicional coloração da Kawasaki, possui grafismos que lembram chamas de fogo. Não é nada muito extravagante, mas pode não agradar os mais conservadores. Na Europa, com o nome de ZZR 1400, a ZX-14 possui a opção verde “lisa”, que foi desconsiderada para o Brasil. O modelo “brasileiro” é montado na fábrica da Kawasaki em Manaus pelo sistema CKD (Complete Knock Down), no qual a moto chega ao país totalmente desmontada.

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Farol dianteiro tem novos recortes, mais retos

Lutadora de sumô
A ZX-14R é a mais poderosa dentro da “família Ninja”, que conta com modelos desde 250 cm³. Dentre as Ninjas, a ZX-14R pode ser comparada a um lutador de sumô. Pode não ter a agilidade de carateca, mas é a mais contundente. As alterações no motor a deixaram melhor. Segundo a marca, o tetracilíndrico passou de 1.352 cm³ – versão antiga – para os 1.441 cm³.

De acordo com a Kawasaki, sua potência máxima é de 200 cv a 10.500 rpm, mas, com o advento do sistema de Ram Air – dispositivo de série para aumentar a entrada de ar no motor -, a potência pode alcançar 210 cv a 10.000 rpm.
Em movimento, as alterações deixaram o funcionamento mais linear e trouxeram mais força em baixas rotações, melhorando seu uso na cidade.
Claro que este não é o local adequado para a ZX-14R. Como esportiva, seu posicionamento irá tornar os deslocamentos cansativos e seu ângulo de esterço é pequeno, dificultando as manobras.
Sem falar que um pequeno giro no acelerador o colocará em velocidade superior à permitida. Contudo, para rodar mais tranquilo e mais seguro, é possível selecionar o modo Low, que faz a moto utilizar 75% de sua potência máxima. Assim, a ZX-14R poderá atingir cerca de 150 cv.

 

 

Para domar a ‘fera’
Essa versão avaliada tem 268 kg em ordem de marcha – com fluídos e combustível no conjunto – e, apesar de ser uma “peso pesado”, ao entrar em movimento a sensação é de ser mais leve. Auxiliada pelos sistemas eletrônicos, a Ninja é uma moto fácil de dosar.

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Assento do garupa vem coberto com capa, transformando a moto em monoposto (Foto: Renato Durães/G1)

O modelo agora tem três modos de controle de tração. Do nível 3 ao 1, o sistema vai do mais intrusivo até o mais brando, que permite pilotagem mais radical. Ainda existe a possibilidade de rodar sem o controle ativado. O dispositivo traz muito mais segurança na condução e entra em ação quando existem diferenças de velocidade entre os eixos traseiro e dianteiro, impedindo que a roda traseira derrape.
No nível 1, sua atuação leva mais tempo, mas é igualmente eficaz. Em situações de piso molhado, pista suja ou cascalho é possível acelerar sem medo, pois ele evita acidentes por falta de aderência inesperada. Controle de tração e modos de potência são de série. Se optar por freios ABS, que tem bom tato, o valor da moto aumenta em R$ 4.000 sobre a versão standard.

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Comandos de modos de potência e controle de tração são feitos no punho esquerdo.


Emoção na estrada

Mesmo que não possua a maneabilidade de uma esportiva 1000 nas curvas, a ZX-14R se sai bem e as trocas de direção podem ser feitas rapidamente. As suspensões, com regulagens na traseira e dianteira, transmitem bastante firmeza. Em pisos esburacados, são desconfortáveis, devido ao pequeno curso das suspensões – 117 mm (dianteira) e 124 mm (traseira) -, característica crônica deste segmento.
É nas arrancadas que a ZX-14R mostra seus principais trunfos. Sua medida entre-eixos, assim como na Hayabusa, é maior que nas esportivas tradicionais. A ZX-10R, por exemplo, tem 1.425 mm, enquanto a ZX-14R possui 1.480 mm. Isso garante mais estabilidade no momento de acelerar forte. Na autoestrada, a Ninja chega rapidamente a 120 km/h e mantém a velocidade de cruzeiro com muitas sobras.
Neste tipo de condução, sua carenagem e bolha dianteira fazem a diferença, proporcionando ótimo efeito aerodinâmico. Após passar os 4.000 rpm, o motor dá um verdadeiro “soco no estômago” – sensação da força G no corpo – e é possível sentir as melhores qualidades da ZX-14R. A moto cumpre o que promete neste sentido: a diversão é garantida em estradas sinuosas e serras, graças também ao escalonamento do câmbio de seis marchas. No visual, o painel moderno, com computador de bordo, que mostra consumo instantâneo e autonomia, também conta a favor. No geral, o acabamento é bom, mas alguns detalhes, como os comandos dos punhos são bem simples, não condizendo com o nível da moto.

Conclusão 
A disputa de quem é a mais rápida é puro marketing para as fabricantes, pois, em vias públicas – ao menos, no Brasil – alcançar 300 km/h é proibido e desaconselhável. A ZX-14R e a Hayabusa têm preços semelhantes, mas o que dá vantagem ao modelo da Kawasaki é o conjunto mais moderno e, sobretudo, os sistemas eletrônicos que visam maior segurança.

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Carenagem e bolha dianteira garantem boa proteção aerodinâmica (Foto: Renato Durães/G1)

Com o advento da tecnologia, a ZX-14R de 210 cv se tornou uma moto acessível, mesmo para quem não é piloto de motovelocidade. Controlar toda esta cavalaria, há alguns anos, poderia ser perigoso, mas agora a responsabilidade pela segurança fica muito mais a cargo do piloto do que da moto.

Matéria publicada no Auto Esporte
Por: Rafael Miotto

Matéria publicada no Auto Esporte

Moto inédita tem estreia marcada para 30 de setembro, na Alemanha.
Detalhes sobre a novidade devem ser divulgados ao longo do mês.

A Kawasaki anunciou nesta segunda-feira (1) que a família Ninja ganhará um novo integrante em 30 de setembro. A Ninja H2 será lançada oficialmente no salão de Colônia, na Alemanha, mas já ganhou site próprio e um vídeo “teaser”, daqueles que não mostram praticamente nada.

Até a estreia, a fabricante deve soltar as informações aos poucos – o próximo vídeo será divulgado nesta quarta-feira (3). O projeto foi desenvolvido em parceria com setores de alta tecnologia, como o aeroespacial, e tem como slogan a frase “Built beyond belief” (construída além da imaginação, em tradução livre).

De acordo com a fabricante, a nova motocicleta unirá o espírito de três modelos que definiram a imagem de performance da marca – são elas Mach IV H2 de 750cc, H1 com motor 3 cilindros de 500cc e Z1 Super Four, de 903cc.

Por: Arthur Caldeira
Da Infomoto
Matéria publicada no UOL Carros:

Não importa marca ou modelo, nem se você está em um posto de gasolina no interior de Minas Gerais ou no mais descolado restaurante de São Paulo. Basta pilotar uma moto esportiva qualquer para ser alvo da corriqueira pergunta: “essa aí é tipo Ninja?”.
Completando 30 anos de história em 2014, a famosa linha da japonesa Kawasaki deu origem a mais de uma dezena de modelos, todos com características, carenagens e desempenho marcantes. Por isso, tornou-se referência no segmento e praticamente um sinônimo de “moto esportiva”.
A primeira a surgir foi a GPZ900R, de 1984, que chegou a ser pilotada pelo personagem Maverick, de Tom Cruise, em Top Gun – Ases Indomáveis. Desde então, a família cresceu, ganhou vários membros novos e ditou os padrões de velocidade e potência das últimas décadas.

Infomoto selecionou nove modelos que transformaram o linha Ninja em uma das mais conhecidas da história das duas rodas. Conheça um pouco de cada um abaixo:

GPZ900 – A PIONEIRA
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Quando surgiu, a primeira Ninja não carregava esse nome. A GPz900, uma tetracilíndrica de refrigeração líquida e 113 cv de potência, ganhou o apelido quando desembarcou nos Estados Unidos, pouco depois de seu lançamento no Japão. Conta-se que foi o diretor de marketing da Kawasaki no país, Mike Vaughan, quem teve a ideia de inscrever “Ninja” na carenagem da esportiva, inspirado na série de TV nipoamericanaShogun.

Devido ao desempenho estúpido, muito acima de outras quatro-cilindros de sua geração, a moto e o nome fizeram sucesso de imediato. Reza a lenda que, por causa do excesso de procura pela esportiva, a Kawasaki não conseguiu oferecer a Ninja 900 aos produtores de Top Gun. Entretanto, por insistência de Cruise, as motos acabaram compradas pela produção. Não é mais vendida.

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ZX-7R – A INOVADORA
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Com assento monoposto e motor de 749 cm³, a ZX-7R foi a última Ninja da década de 1980. Ela contava com algumas características peculiares e inovadoras, como o controverso conjunto de dois tubos acima do tanque de combustível, que cruzava a mesa de direção e servia para alimentar a caixa de ar. Esta também foi a primeira Kawasaki a ter pinças de quatro pistões nos freios. Não é mais vendida.

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 ZX-11R – A LIGEIRA
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Quando chegou ao mercado, no começo dos anos 90, a ZX-11R foi declarada a moto de produção mais veloz do mundo, perdendo esse posto apenas cinco anos depois, quando do lançamento da Honda CBR 1100XX Blackbird. Na carenagem, o farol único retangular e as grandes luzes dianteiras de seta chamavam a atenção. Abaixo, um motor tetracilíndrico de 1.052 cm³, com refrigeração líquida, gerava potência de 145 cavalos (a 9.400 rpm). Não é mais vendida.

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ZX-9R – O PATINHO FEIO
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Introduzida em 1994, a Ninja ZX-9R surgiu para ser uma evolução da GPz900 e também uma resposta à CBR 900RR Fireblade, superesportiva da Honda. Produzida até 2002, a motocicleta de 900 cc inaugurou a arquitetura de um motor com quatro cilindros em linha e 16 válvulas, refrigerado a água. Tal usina conseguia produzir 139 cavalos (a 10.500 rpm), e torque de 9,5 kgfm (aos 9.000 giros).
Contudo, jamais conseguiu atingir o sucesso pretendido pela Kawasaki, pois era mais pesada, menos ágil e com desempenho em curvas pior que o de sua principal rival. Mesmo assim,  ajudou a manter a fama da linhagem Ninja. Não é mais vendida.

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ZX-12R – A VELOZ DOMADA
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Produzida entre 2000 e 2006, a Ninja ZX-12R veio para repetir o feito da antecessora 11R, tomando da Suzuki Hayabusa o posto de moto mais veloz do mundo na época. Para isso, trazia um propulsor de 1.199 cm³ (também tetracilíndrio em linha), capaz de gerar 161,2 cv e 12,4 kgfm.
Sua velocidade máxima poderia romper facilmente a marca dos 300 km/h, mas um acordo firmado pelas fabricantes de superesportivas ainda no primeiro ano de sua produção obrigou a Kawasaki a limitar o pico em 300 km/h. Não é mais vendida.

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250R – A PEQUENINA
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Além de ser um modelo de cilindrada mais baixa a levar o nome Ninja, a 250R ajudou a popularizar o conceito de miniesportiva no Brasil. Com pedaleiras recuadas e semiguidões, a pequenina ajudou a Kawasaki a fincar raízes no país quando iniciou suas operações por aqui, em 2009. Mesmo dois anos após sair de linha, a “Ninjinha” 250 ainda faz sucesso em território nacional e pode ser encontrada nas concessionárias a partir de R$ 13.990.

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ZX-10R – A SUPERESPORTIVA TECNOLÓGICA
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Com 1.000 cc, é o modelo mais esportivo da família atualmente, além de reconhecido por sua excelência em desempenho e tecnologia de ponta — controle de tração e acelerador ride-by-wire são alguns dos assistentes eletrônicos embarcados.
Só que nem sempre foi assim: no fim dos anos 1980, a ZX-10 original (que não levava a letra “R”, de “Racing”) passou longe de agradar totalmente especialistas e  público. Mesmo assim, a Kawasaki resolveu relançar a linha em 2003, na forma de uma potente e nervosa superesportiva para as pistas.
A última geração, de 2010, conta com propulsor quatro tempos de 998 cm³, refrigeração líquida, quatro cilindros em linha e capaz de produzir até 201 cv (a 13.000 rpm) e 11,4 kgfm (a 11.500 rpm). Como pesa 198 kg, sua relação peso/potência é de incrível 1,01 cv/kg. Preço sugerido no Brasil: R$ 61.990 R$ 65.990 com freios ABS (antitravamento).

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 ZX-14R – A IRMÃ MAIOR
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Apresentada em 2006, como substituta da ZX-12R, é um verdadeiro foguete. Há três anos, foi reformulada e ganhou números que impressionam: 268 quilos, mais de dois metros de comprimento, motor tetracilíndrico de 1.441 cm³ e capacidade para gerar 210 cv de potência. Nessa mesma época, ganhou a letra “R” no nome para indicar que estava ainda mais nervosa, além de novos aparatos tecnológicos, como motor, suspensões e controles eletrônicos. Custa R$ 52.990 na versão padrão e R$ 56.990 se vier com ABS.

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 Ninja 300 – A ATUAL CAÇULA
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Surgiu como uma evolução da 250R no segmento das miniesportivas. Desde o visual até a embreagem deslizante, quase tudo na nova “Ninjinha” é inspirado na irmã maior ZX-10R. O propulsor bicilíndrico de 296 cm³, com oito válvulas e arrefecimento líquido, oferece 39 cv de potência e 2,8 kgfm  de torque. No Brasil, é vendida por R$ 17.990 na versão básica, e R$ 20.990 com sistema antiblocante nos freios.

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Zx-6R 636 – ACIMA DA MÉDIA
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ACIMA DA MÉDIA
Depois de cerca de 300 km com a moto, podemos concluir que a nova está “acima da média”. Principalmente se comparada às suas concorrentes diretas, como a Honda CBR 600 RR (à venda no Brasil), Suzuki GSX-R 600 e Yamaha YZF R6.

A nova Ninja 636 é a única esportiva entre as japonesas de média capacidade que conta com um completo pacote tecnológico de segurança: freios ABS, controle de tração e dois modos de pilotagem. Além disso, tem motor mais potente e ciclística digna de motos de 1.000 cc.
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